As técnicas de neuroimagem revolucionaram os estudos científicos acerca do cérebro humano. Logo, exames como a Ressonância Magnética Estrutural (MRI), Ressonância Magnética Funcional (fMRI), Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET), Tomografia por Emissão de Fóton Único (SPECT) e a Tomografia Computadorizada (TC) são fundamentais para o estudo e pesquisa da anatomia e fisiologia do encéfalo. Eles surgiram na década do cérebro em 1990 e se tornaram as principais ferramentas médicas de diagnóstico e prognóstico de patologias que acometem o sistema nervoso humano. 

 

Dessa maneira, a compreensão científica acerca dos transtornos afetivos avançou de maneira significativa graças às técnicas de neuroimagem, em especial, a ressonância magnética nuclear, pois geram imagens de alta resolução sem o uso de radioisótopos. Os estudos e análises volumétricas das regiões cerebrais mostram dados relevantes acerca do funcionamento das atividades cerebrais. Através de comparações entre neuroimages de indivíduos saudáveis e indivíduos com transtornos afetivos é possível evidenciar regiões cerebrais envolvidas, tais como: córtex pré-frontal, tálamo, complexo amígdala-hipocampo.

 

Para avaliar a atrofia global cerebral, são utilizadas técnicas automatizadas e semi-automatizadas que permitem extrair as regiões de interesse de estudo. As técnicas são confiáveis e fidedignas. A atrofia global cerebral é analisada através da largura dos sulcos, volume cerebral total e volume ventricular. Dessa maneira, é possível calcular o volume de substância cinzenta e de substância branca. Por meios de estudos, é possível inferir que não há evidências conclusivas entre a atrofia cerebral global e os transtornos afetivos.

 

Entretanto, é relatado na literatura científica sinais de hiperintensidade em pacientes que apresentam transtornos afetivos. Os sinais são mais frequentes no transtorno bipolar tipo I do que no tipo II e em unipolares idosos do que em adultos jovens. Esses sinais também são comumente encontrados no envelhecimento normal e em pacientes com transtornos psiquiátricos. 

 

 

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